sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Livro: O Inferno

Já não é a primeira vez que Dan Brown aparece por aqui, na altura estava com ideias de ler a colecção direitinha do primeiro ao último, mas desisti e saltei logo para o último. Dizem que é o melhor de todos, pelo menos é melhor que o primeiro "O Código Da Vinci" ao nível da escrita que está a tornar-se mais simples e menos cansativa, ponto a favor para ele. 

"Procura e encontrarás.

É com o eco destas palavras na cabeça que Robert Langdon, o reputado Simbolista de Harvard, acorda numa cama de hospital sem se conseguir lembrar de onde está ou como ali chegou.
Também não sabe explicar a origem de certo objecto macabro encontrado escondido entre os seus pertences.
Uma ameaça contra a sua vida irá lançar Langdon e uma jovem médica, Sienna Brooks, numa corrida alucinante pela cidade de Florença. A única coisa que os pode salvar das garras dos desconhecidos que os perseguem é o conhecimento que Langdon tem das passagens ocultas e dos segredos antigos que se escondem por detrás das fachadas históricas.
Tendo como guia apenas alguns versos do «Inferno», a obra-prima de Dante, épica e negra, vêem-se obrigados a decifrar uma sequência de códigos encerrados em alguns dos artefactos mais célebres da Renascença - esculturas, quadros, edifícios-, de modo a poderem encontrar a solução de um enigma que pode, ou não, ajudá-los a salvar o mundo de uma ameaça terrível...
Passado num cenário extraordinário, inspirado por um dos mais funestos clássicos da literatura, Inferno é o romance mais emocionante e provocador que Dan Brown já escreveu, uma corrida contra o tempo de cortar a respiração, que vai prender o leitor desde a primeira página e não o largará até que feche o livro no final."

Se me prendeu desde a primeira página como promete? Não muito, confesso que teve que haver uma certa persistência da minha parte para o conseguir acabar, só lá para o meu do livro é que a história torna-se cativante e interessante.
 A história é a mesma do que já nos acostumou, o maior. Langdon, é chamado a salvar o mundo porque graças aos seus conhecimentos em simbologia só ele pode salvar de uma epidemia que promete acabar com a raça humana. Esta surge do reconhecimento do sobrepovoamento do mundo e a incapacidade deste em se auto regular devido aos avanços da medicina e o aumento da esperança média de vida. Sob a convicção de que a peste foi a melhor coisa que aconteceu na Europa, a OMS é ameaçada e chamada a intervir com a ajuda do professor.
Posso adiantar que o desenrolar da história é bastante imprevisível, interessante e com bastante acção. Se a primeira parte é bastante parada e um bocado aborrecida quando começa a desenvolver-se atinge um ritmo alucinante e difícil de seguir se deres grandes intervalos entre leitura.
Gostei mas continuo a preferir os livros de José Rodrigues dos Santos que estará de volta brevemente.

Já conheces?
Concordas com a minha opinião?

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