terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Sabes o que andas a comer? Edição especial de chás #7

Malva



Malva Sylvestris L. Malvaceae é originária da Europa utilizada desde século VIII a.c, existindo actualmente cerca 243 espécies.

Na época renascentista em Itália era usada nos conventos para cura de todos os males e como calmante dos desejos sexuais. Os romanos usavam-na para curar a ressaca depois das orgias e os gregos para as picadas de insecto. Reconhecidas pelas suas propriedades medicinais, esta planta de flores brancas, rosas ou lilases de 0,5 a 5cm de medida e que exige pelo menos 4 horas diárias de exposição solar, possui vitaminas A, B1, B2 e C, flavonoides, mucilagem e carotenos na sua composição. Sendo, por isso, um excelente antioxidante.


O facto de possuir substâncias como taninos, mucilagens e óleos essenciais, torna-a um cicatrizante, laxativo e emoliente natural capaz de curar vários problemas associados à boca como gengivite, aftas, dores de garganta, obsessos, mau hálito e inflamações bocais.


É recomendado o seu chá no tratamento de úlceras, gastrite e prisão de ventre, não devendo, por isso ser tomado para quem sofre de diarreias.


Como é diurética elimina toxinas, bactérias e reduz o inchaço no organismo e por ser expetorante natural torna-se indicado para quem sofre de doenças respiratórias e pulmonares, gripes, tosses e constipações. Proporcionando, deste modo uma limpeza geral ao organismo e prevenindo o envelhecimento precoce.


O Chá de Malva ajuda a produzir leite nas mulheres que estejam a amamentar, embora o seu consumo nesta situação deva ser recomendado pelo médico.


A sua utilização externa, em compressas ajuda a tratar queimaduras solares.


Apesar de todos estes benefícios e propriedades medicinais, o seu consumo não deverá ultrapassar os 600ml por dia, sujeita a inverte-los.


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